| Alcy José de Vargas Cheuiche |
| » Eu gostava do meu cusco | | Que diacho! Eu gostava do meu cusco. |
| » Reza Chucra | | Perdoe Virgem Maria por lhe tomar atenção |
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| Algacyr Costa |
| » Vida de Caserna | | Me apresentei pra cumprir meu dever de cidadão |
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| Antonio Augusto Coronel Cruz |
| » Gauchesca | | Canto agora nestes versos com meu grito entusiasmado a lida |
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| Antonio Augusto Fagundes |
| » Mulher Gaúcha | | Os velhos clarins de guerra desempoeirando as gargantas |
| » Lenço Branco | | nascido de alma caudilha - nem por isso menos franca - |
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| Apparicio Silva Rillo |
| » Canto aos Avós | | Os avós eram de carne o osso. Tomavam mate, comiam carne |
| » Cusco Cego | | Este cusco brasino, cara branca, pequenote e rabão, |
| » Desafio | | Há um potro dentro de mim, pedindo cancha. |
| » Herança | | Naqueles tempos, sim, naqueles tempos as casas já nasciam |
| » Lagoa | | As estrelas pediram, pediram um espelho pra Nosso Senhor |
| » Mãe Velha | | Cabelo era preto. Que liso era o rosto! Teu corpo era flor. |
| » No Bolicho | | Traga de vez a garrafa, bolicheiro! me despacha, que hoje... |
| » Pago Vago | | Vago é meu pago. Este que trago, cicatriz em mim |
| » Perfil | | Dou rédea aos potros que monto na concha das invenções, |
| » Romance do Arrendador | | Vendeu os gados e arrendou os campos. Reservou-se apenas, |
| » Romance de João da Gaita | | Sempre a tocar o cavalo, João da Gaita se criou. |
| » Romance do Injustiçado | | Como talhado em pau-ferro, o carão de traços duros, |
| » Velha Faca | | Um palmo e pico de aço, rude e glorioso pedaço da espada de |
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| Ary Neri de Oliveira e Silva |
| » A Doma do Potro Corisco | | Correu notícia que havia um fazendeiro afamado... |
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| Aureliano de Figueiredo Pinto |
| » Aqui Estou, Sr. Inverno | | Já sei que chegas, Inverno velho! |
| » Chimarrão da Madrugada | | Não sei por que nesta noite o sono velho cebruno |
| » A Oração do Posteiro | | De tarde... Boleio a perna e maneio o redomão, -no portão |
| » Rom. do Gaúcho Velho Solito | | Quando arranchei neste chão empecei pelas mangueiras |
| » Romance de Peão | | Este tobiano de Estância foi o bicho mais maleva que o diabo |
| » Romance do Tropeiro Doido | | Já velhito, não perdia uma tropeada comprida |
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| Balbino Marques da Rocha |
| » A Doma do Potro Baio | | E um potro baio-amarelo, Que não pelava o lombilho |
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| Bruna Bassanesi |
| » Para Minha Égua, a Seu Jeito | | Uma égua eu ganhei, E muito feliz fiquei. |
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| Caco Coelho |
| » Sonhada Querência | | Queria que, de repente, tudo fosse diferente, da vida que tenho aqui |
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| Bernardo Taveira Júnior |
| » O Boleador | | E o destro campeiro na fúria indomável, seguindo o cavalo que vai |
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| Cancioneiro Gaúcho |
| » Mate | | Dizem que o mate afoga as mágoas do coração; mate sobre mate |
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| Carlos Omar Villela Gomes |
| » Hoje é um dia bom pra se... | | Hoje é um dia bom pra morrer... Pensou repentinamente, sentindo a alma nos olhos... |
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| Chico Ribeiro |
| » Negrinho do Pastoreio | | A mão da noite fechara a porta grande do dia, |
| » Tapera | | Sem porta e sem janelas, da cumeeira, Tirou-lhe o vento há muito |
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| Colmar Duarte |
| » Saga | | Um pouco a pé, um pouco nas carretas, cheguei até aqui com |
| » Último Ato | | A morte chegou de quieto, com alpargatas barbudas de tanto |
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| Cristina Areias |
| » O Mapa da Coxilha de Fogo | | Na luta pela minha terra, deitei nela suor, e sangue, |
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| Cyro Gavião |
| » Petiço | | Esse petiço troncho que, ao passito, vem chegando co'a pipa |
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| Desconhecido |
| » Prece do Cavalo | | Ao meu amo ofereço minha oração... |
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| Dimas Costa |
| » A Morte do Brigadiano | | Houve o tempo em que a "folha" era a arma respeitada, pois assim |
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| Dirceu Pires Terres |
| » O Meu Cavalo Crioulo | | Gaúcho velho largado pede aqui um intervalo... |
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| Fabrício do Prado Nunes |
| » Lenda do Negrinho do Pastoreio | | Sentado num tronco de corticeira, forrado de couro curtido; já de pontas |
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| Flávio Ernani Barbizan |
| » Partir | | Quando eu partir, queira Deus que demore, gostaria que fosse deste |
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| Glaucus Saraiva |
| » Borracho | | Pobre borracho... ajoelhado no oratório do bolicho! |
| » Lenda do Quero-Quero | | Nos velhos tempos de antanho, quando o campo era sem dono |
| » Negro do Pastoreio | | Negrinho do pastoreio! Aqui em nome de Deus e dos tauras |
| » Chimarrão | | Amargo doce que eu sorvo, num beijo em lábios de prata. |
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| Guilherme Schultz Filho |
| » Pingos | | Em cada ronda da vida eu tive um pingo de lei. Montado, sou como |
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| Ieda Brock |
| » Apenas Saudades | | Ah, que saudades que dá na gente quando se acorda cedito e não |
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| Ilton Carlos Dellandréa |
| » Ecos do Vento | | Os ventos que rezam na pampa são ventos das fontes mais virgens, |
| » Natal Pampiano | | O Natal da nossa pampa verdejante vem sem neve nas copadas do |
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| Jayme Caetano Braum |
| » Amargo | | Velha infusão gauchesca de topete levantado, o porongo |
| » Arroz Carreteiro | | Nobre cardápio crioulo, das primitivas jornadas... |
| » Bochincho | | A um bochincho - certa feita, fui chegando - de curioso |
| » Cemitério de Campanha | | Cemitério de campanha, rebanho negro de cruzes, |
| » Chimarrão e Poesia | | Sempre grudado no posto, o payador missioneiro |
| » Faca-Coqueiro | | Cabo de madeira branca e a folha de palmo e meio, |
| » Galo de Rinha | | Valente galo de briga, guasca vestido de penas! |
| » Gineteando | | A la putcha meu patrício, como é lindo e perigoso |
| » Hermano | | Seu nome - nunca se soube, nem ele mesmo sabia. |
| » Hora da Sesta | | O sol parece uma brasa na cinza do firmamento. |
| » Jogando Truco | | O TRUCO é um jogo tão guasca como a Tava e as Chilenas. |
| » Natal Galponeiro | | A cuia do chimarrão, É o cálice do ritual |
| » Negrinho do Pastoreio | | Quando de noite transito no meu gauderiar andejo, me paleteia |
| » Paisagens Perdidas | | A tarde recolhe o manto, carqueja e caraguatá; |
| » Payada | | Raízes, tronco, ramagem.... Ramagem, tronco, raiz.... |
| » Payada do Ano Novo | | Feliz Ano Novo - indiada, Feliz Ano Novo - gente, |
| » Remorsos de Castrador | | Um pealo --- um tombo --- grunhidos de impotente rebeldia, |
| » Sem Diploma | | Bendito aquele que estuda, porque estudar é importante, |
| » Seu Esmilindro | | Aquele ali, se esquentando, que parece estar dormindo, |
| » Tio Anastácio | | Entre a Ponte e o Lajeado, na venda do Bonifácio, conheci o tio |
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| João da Cunha Vargas |
| » Deixando O Pago | | Alcei a perna no pingo e saí sem rumo certo, Olhei o pampa deserto |
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| Jorge Lima |
| » Minha Alma de Galpão | | Quando a tarde chega ao fim avermelhando o poente |
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| José Carlos Cardoso Goularte |
| » De Gaúcho e de Cavalos | | Nascido das manhãs claras de claras intenções de amor |
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| José Hilário Retamozo |
| » Exaltação farroupilha | | Olha estas mãos afeitas ao manejo das rédeas e das lanças |
| » Galpão | | Emponchados acorrem aos galpões e o calor que se transmitem |
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| José Machado Leal |
| » Compositor de Cavalos | | No bolicho do Barbosa a prosa corria solta |
| » Romance do Peão Guerreiro | | O rancho era um ninho de paz perdido no verde do pampa. |
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| Lauro Rodrigues |
| » Cavalo Picaço | | Foi bem ali, nas Figueiras que sobranceiam as coxilhas |
| » Saudade | | Quando o sol golpeia no horizonte e se vai reclinar por de trás do |
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| Leandro Araújo |
| » Sonhos de um Guri Campeiro | | Muito mais que somente um guri, É um pequeno homem das lidas |
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| Léo Ribeiro de Souza |
| » Lá Nas Contendas | | Ruas talhadas no bater de cascos, casebres toscos, num dos quais |
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| Loresoni Barbosa |
| » Elegia à Pátria Amada | | Sombreando a beira da estrada passam os filhos bastardos |
| » Romance do Guasqueiro Só | | Agosto alçou o poncho sobre os ombros da coxilha, |
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| D. Luiz Felipe de Nadal, Bispo |
| » Oração do Gaúcho | | Vou chegando, enquanto cevo o amargo de minhas confidências |
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| Luiz Coronel |
| » Pilchas | | Não pensem que são pirilampos essas estrelas lá fora. |
| » Gaudêncio Sete Luas tem um Canto de Saudades | | Atirei minha saudade lá no fundo do riacho. As águas foram gemendo |
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| Luiz Menezes |
| » O Sonho do Carreteiro | | Carreteou anos a fio. Conhecia palmo a palmo as estradas da |
| » Último Pouso | | A morte a china maleva, traçoeira que até dá pena. |
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| Mano Terra |
| » Solo y Libre | | Solo y libre, em campo aberto e na amplidão sem limite; |
| » O Vazio da Ausência | | Hoje a tristeza pealou-me e a dor está dentro do peito. |
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| Moacir D'Avila Severo |
| » Liberdade | | Sou sede de tanta gente por este mundo sem fim, |
| » A prece de Maria | | O Sol desce na amplitude do espaço, na intenção |
| » Mensagem de milongas | | Quando debatem guitarras nas farras de pulpeiras, |
| » Um certo louco | | Na estampa um pobre louco, na alma um guitarreiro. |
| » Como chuvas num cafundó | | A tarde passava ao tranco. Das nuvens um choro manso |
| » Funeral de tropas | | A tropa aponta na ponta da estrada maleva que leva ao Juízo Final. |
| » O desterrado | | Pateou cobertas pra saborear o silêncio que a madrugada oferece |
| » Desejos | | Teu calor, como espinilho, braseando um fogo de chão, |
| » Sanchuri | | Pala branco encobrindo sesmarias, espelho claro, pedaço de céu |
| » Ibirapuitã | | Cristalinas águas mansas que passavam |
| » Apelo | | Liberdade devia ter a força da expressão, |
| » Birras | | Minha velha, pega a cuia, vamos matear, só nós dois. |
| » Verso livre | | Meu verso é um grito liberto da alma |
| » Um herói | | Num passo ao compasso do impulso do peito. |
| » Pequeno engraxate | | A praça é pomposa, tem caros adornos. |
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| Marco Aurélio Campos |
| » Eis o Homem | | Brotei do ventre da Pampa que é Pátria na minha Terra. Sou resumo de uma guerra que ainda tem importância, |
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| Moises Silveira de Menezes |
| » Carta Aberta Ao Guri Que Fui | | Quando vim de lá, trouxe quase tudo, tudo que cabia na velha mala |
| » Fragmentos Memoriais De Um Anônimo | | Não, não me pintem por favor, pilchado, bem montado em flor de flete; |
| » Ode à Senhora do Sobrado | | Bela e amável senhora apareça no terraço deixe que a brisa brejeira |
| » Romance de Campo e Mar | | Quem embarca em barco alheio embarca anseios e medos, |
| » Um Canto Para Matear Solito | | Quando o sol vai despacito me quedo mateando quieto no velho |
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| Mozart Pereira Soares |
| » Flete Negro | | Como num sonho pressago, vejo-te além galopear |
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| Nitheroy Ribeiro |
| » Cancela | | Quantas recordações tu me trazes a lembrança, das vezes que |
| » Fandango | | Puxei p'rá riba as esporas farpentas que nem ouriço |
| » Redomão | | A conta já perdi dos galopes que lhe dei! |
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| Nogueira Leiria |
| » Tropilha de Escuros | | Minha parelha de escuros não tem mancha ou lista branca. |
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| Odilon Ramos |
| » Ave Maria do Peão | | No reponte do sol que descamba, o dia se aprochega para o |
| » Mulher Pampiana | | E aqui estou eu meu gaudério, em tempos de guerra e paz, sou |
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| Oscar Daudt Filho |
| » Gaita | | Gaita minha... Cancha larga do pensamento |
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| Pe. Paulo Aripe (Potrilho) |
| » Porque Padre Não Casa | | Muitas vezes na campanha, Eu ouvi da gauchada |
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| Paulo de Freitas Mendonça |
| » Bem Amigo | | Como é bom ver um amigo bem a sorrir por ter e amar alguém |
| » Centauro | | Quem morre com seu cavalo numa cruzada de cargas |
| » Pajada à Morte de Um Poeta | | Quando morre um poeta ficam seus versos escritos e muitos temas |
| » Querências Amigas | | Em Rivera e Livramento pajadores lado a lado |
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| Paulo Sérgio Boita |
| » Cerne Nativo | | Vivi meio a lo léo, teatino dos quatro ventos. Levando a vida nos |
| » Estrela do Pago | | Bendita estrela que brilha no céu do Rio Grande altaneiro |
| » Gauderiando | | E um carancho lá no mato, pra iniciar o redato desta andança |
| » Velho Tata | | Golpeio mais um amargo bugra seiva de lembranças. Rememoro... |
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| Paulo Zenni Araujo |
| » Meu Galo | | Eu tive um galo de rinha puro sangue, cor prateada, com uma |
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| Roberto Osório Júnior |
| » Horizontes do Pago | | Quando o sol da manha sobre as colinas, Lá nos rincões bonitos do |
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| Ruben Sofildo da Silva |
| » Gaúcho | | Gaúcho é filho do pago, que ama e zela esta terra |
| » Meu Pala | | Meu velho pala gaúcho, nobre traste farroupilha, |
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| Rui Cardoso Nunes |
| » Alma Gaudéria | | Os rasteadores da História campearam minha memória, do tempo |
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| Ubirajara Raffo Constant |
| » Retorno Bravo | | Ali na porta do rancho, junto ao cusquito nervoso, o velho guasca |
|
| Walter Spalding |
| » Taperas | | Humildemente, jazem cheios de heras, sob a sombra de umbús |
|
| Wilson Araújo |
| » Essências | | Um galpão, um fogo de chão, um manojo de jujos pendurado |
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| Valter Nunes Portalete |
| » Pedaços de todos nós | | Montei no lombo do tempo, pra recordar o passado e ver de perto o |
|
| Vargas Netto |
| » Campereada | | Hoje, parei rodeio na fazenda da vida!... Apartei um bom lote |
| » Chimarrão | | Chimarrão! Desculpa boa pra eu apertar os dedos da chinoca, |
| » Faca | | Faca - amiga de todos os momentos, de tantas utilidades e misteres |
| » Lança dos Guedes | | Lança dos farrapos sem medo e sem trégua, que nas três |
| » Quero-Quero | | Que é que tu queres, quero-quero? Implico com teu grito, que aos ... |
| » Tapera | | Alguns torrões no mais! Um cinamomo! Heróica retaguarda |
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| Vasco Mello Leiria |
| » O Cavalo Crioulo e o Soneto | | Lombo liso, o pescoço bem plantado. |
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| Zeno Cardoso Nunes |
| » Briga de Touros | | A chuva de verão passou. Veio a estiada. O sol, a pino. |
Merece altos elogios...
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